'Batman: Arkham Origins' de 3DS e PS Vita será lançado para Xbox 360.
O game "Batman: Arkham Origins Blackgate", lançado para os portáteis PlayStation Vita e Nintendo 3DS, irá ganhar uma versão "de luxo" no Xbox 360. É o que mostra uma página no site "Xbox.com", onde o título "Batman: Arkham Origins Blackgate - Deluxe Edition" aparece listado com imagens e informações sobre a edição melhorada do jogo. Veja aqui.
Blackgate" é um game de ação 2D com personagens e cenários em três dimensões que acompanhou o game "Batman: Arkham Origins" principal, um prelúdio da história do homem-morcego lançado para PCs, PlayStation 3 e Xbox 360 em outubro de 2013 pela WB Games.
De acordo com a descrição postada no "Xbox.com", a edição de luxo de "Blackgate" "amplia o jogo com novos mapas, encontros com inimigos, níveis de dificuldade, 'batroupas' e visuais melhorados". A página de "Batman: Arkham Origins Blackgate - Deluxe Edition" diz ainda que o game será lançado em 25 de março.
Apesar de não ter sido anunciada, uma versão de "Blackgate" para PlayStation 3 também deve ser lançada.
Microsoft desenvolve aplicativo de leitor digital para o Windows 8
A atualização do Xbox One programada para esta terça-feira (11) foi adiada de última hora e será lançada em algum momento desta semana, afirmou Larry Hyrb, responsável pela comunicação da divisão Xbox, em seu perfil no Twitter.
Anunciada pela Microsoft na quarta-feira (5), a chamada atualização de fevereiro trará um indicador com o nível de bateria do controle do Xbox One e a possibilidade de visualizar (e gerenciar) o espaço livre no disco rígido do videogame. Uma terceira novidade é a inclusão da compatibilidade do aparelho com teclados USB.
"A equipe está trabalhando em finalizar [a atualização]. Mais detalhes assim que eu os obtiver", afirmou Hyrb, também conhecido como Major Nelson, no Twitter.
Como a própria avaliação do G1 atestou, a interface do Xbox One esconde funções que eram de fácil acesso no Xbox 360 – menus de jogos, apps e conquistas, por exemplo – e deixa de fornecer informações básicas, como o espaço livre no HD e a bateria restante no joystick.
"Assim como fizemos com o Xbox 360, o Xbox One terá atualizações constantes para entregar novos recursos e experiências de plataforma desenhadas para agradá-lo", afirmou Marc Whitten, chefe de produto da divisão Xbox, ao anunciar o "update" no blog "Xbox Wire".
Whitten afirmou ainda que a atualização de fevereiro irá melhorar a resposta do Kinect a comandos de voz e separar as seções de "Meus jogos" das de "Meus apps".
Brasil é um dos alvos de malware espião governamental, diz Kaspersky.
A Kaspersky Lab, empresa de softwares de segurança digital, identificou um malware governamental que chegou a infectar aparelhos em pelo menos 31 países, incluindo o Brasil, com o objetivo de roubar informações secretas de órgãos do governo, embaixadas e empresas de energia, óleo e gás, além de centros de pesquisa e de organizações ativistas.
Capaz de interceptar até mensagens criptografadas, o programa malicioso atingiu 380 vítimas únicas, entre mais de 1 mil IPs (protocolos de internet, endereço único pelo qual cada dispositivo se conecta à internet). Desses, 137 IPs são do Brasil, que fica atrás somente do Marrocos, com 384 IPs, em número de dispositivos atacados.
"O Brasil é o alvo número dois. Ou ainda mais. Isso significa que o interesse desses atacantes, ou das pessoas por trás desse ataque, é muito grande no Brasil", disse ao G1 Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de pesquisa e análise da Kaspersky Lab na América Latina. Ele não revelou, porém, quais foram as empresas ou órgãos atacados. "Essa é uma informação confidencial. Não posso abri-la. Mas posso dizer que são instituições muito críticas para o Brasil".
Dada a sua complexidade, o malware chamado "The Mask" ou "Careto", devido sua origem espanhola, é considerado pela Kaspersky mais perigoso do que o "Duqu", usado para roubar informações sobre as usinas nucleares do Irã.
"Esse malware não rouba apenas documentos, mas também certificados digitais usados para criptografar as conexões. Uma vez em posse desses certificados, os atacantes podem interceptar comunicações criptografadas e, assim, conseguir todo tipo de informação secreta, confidencial", explica Bestuzhev.
Os programas aos quais o pesquisador se refere são chaves de criptografia, usadas para codificar um documento. Além delas, o malware busca roubar as configurações de redes privadas, chaves para quebrar a criptografia em comunicações remotas entre servidores e clientes e até arquivos capazes de abrir automaticamente um canal de conexão com outro computador.
"O Duqu tinha propósitos específicos. Nesse caso, o propósito é roubar informação, até certificados de criptografia", disse o pesquisador russo.
Mascarado
Entre os artifícios do malware, alguns são capazes de camuflar sua atuação: um "rootkit" (software que esconde a existência de certos processos ou programas), e um "bootkit" (programa que burla processos de validação e, na prática, esconde o "rootkit", deixando-o livre para atuar).
Entre os artifícios do malware, alguns são capazes de camuflar sua atuação: um "rootkit" (software que esconde a existência de certos processos ou programas), e um "bootkit" (programa que burla processos de validação e, na prática, esconde o "rootkit", deixando-o livre para atuar).
"As pessoas pensam que é quase impossível infectar aparelhos iOS", diz Bestuzhev, mas, nesse caso, “"s atacantes criaram a possibilidade de infectar todos os dispositivos". Isso inclui aparelhos que rodam Windows, Linux, Mac OS e possivelmente iPhones e iPads. Os nomes das ameaças são Trojan.Win32/Win64.Careto, para Windows, e Trojan.OSX.Careto, para Mac.
Considerando os objetivos do malware, seu conjunto de mecanismos de defesa e segurança e sua capacidade de invadir qualquer sistema operacional
, a Kaspersky acredita que o malware foi desenvolvido por uma ação governamental.
Infecção
O "The Mask" foi descoberto no ano passado, mas atua desde 2007, pelo menos, diz a Kaspersky. A disseminação do malware ocorre por meio de e-mails de "phising", mensagens que imitam comunicados corporativos para direcionar internautas a sites falsos. A página de destino estava infestada de "exploits", códigos que exploram falhas em programas instalados no próprio aparelho, para que algum deles conseguisse infectar o sistema do usuário.
O "The Mask" foi descoberto no ano passado, mas atua desde 2007, pelo menos, diz a Kaspersky. A disseminação do malware ocorre por meio de e-mails de "phising", mensagens que imitam comunicados corporativos para direcionar internautas a sites falsos. A página de destino estava infestada de "exploits", códigos que exploram falhas em programas instalados no próprio aparelho, para que algum deles conseguisse infectar o sistema do usuário.
Um desses "exploits" explorava uma falha no Adobe Flash Player – o fato curioso é que essa brecha foi usada em 2012 pelo ganhador do "CanSecWest Pwn2Own", um concurso promovido pelo Google que desafia desenvolvedores a hackearem o navegador Chrome.
Muitas vezes esses códigos estavam escondidos em subdomínios de sites que simulavam seções de grandes jornais da Espanha e de alguns internacionais, como o "The Guardian" e o "Washington Post". O pesquisador não revelou a origem do "Mask", mas garantiu que foi criado por algum país hispânico. "É algum país de língua espanhola. Pode ser qualquer país na América Latina, exceto o Brasil e os pequenos países, como as Guianas", afirmou.


Nenhum comentário:
Postar um comentário